Inovação

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Sempre que pensamos em inovar pensamos reconsiderar produtos, serviços ou processos.
A inovação representa uma ruptura quando reconsideramos o objeto/ideia.
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PAUSA: sim, ruptura em bom português. Disruptura é um neologismo de gosto duvidoso, parte do business INOVAÇÃO, promovido por pessoas com inglês fluente e português….
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Em teoria é a gênese pura. A ambição é marcar o mercado com um avanço: o primeiro automóvel, primeiro telefone celular, o primeiro buscador. Porém, existe uma alternância entre a inovação do núcleo do objeto (o core , a reconsideração) e o contexto (a diversificação).
Em geral, começamos a inovar pelo core para em seguida diversificar o contexto, o uso. E isto ocorre desta forma por encontrarmos 2 perfis de Inovador:
  • O que toma uma ideia/forma de usar para levá-los a horizontes inéditos
  • O que fica restrito ao uso original, mas potencializa algumas de suas performances além daquilo que pareceria imaginável.
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Ambas as formas de inovar são igualmente fundamentais, todavia citando um post breve e feliz de Marc Tawill:
“Inovar não é apenas colocar uma mesa de ping-pong ou pufes coloridos na sala de reunião. Nem adotar termos tecnológicos para disfarçar velhos hábitos ou comportamentos. Inovar é fazer o cachorro miar”
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Valmir Mondejar / administradores.com.br